Por que evitar o “NÃO” para crianças muito pequenas?

A maturação cerebral ocorre desde a gestação até mais ou menos os 25 anos de idade, e este processo ocorre primeiramente nas áreas mais internas do cérebro e depois passa para as áreas mais externas.

O córtex pré-frontal uma parte do nosso cérebro responsável pelas funções executivas, ou seja, ações de execução como planejamento, flexibilidade, resolução de problemas, entre outras habilidades.

Quando escutamos comandos negativos como por exemplo “NÃO PULE”, nós escutamos a ação “PULE” e uma negativa anterior “NÃO”, o nosso córtex pré-frontal então percebe que existe um bloqueio e compreende que deve parar aquela ação.

Mas as crianças muito pequenas até mais ou menos os 5 anos ainda não tem o córtex pré-frontal totalmente formado, por este motivo quando elas escutam “NÃO PULE” o cérebro tem um grande conflito para resolver, e acaba dando prioridade aos comandos de ação, é como se a criança escutasse somente “PULE”.

Demonstração da localização do córtex pré-frontal.

Muitos pais tendem a pensar que a criança é teimosa ou desobediente, porém a realidade é que existe uma imaturidade neurológica que impede a criança de compreender o estímulo do ambiente, e ela acaba fazendo apenas a ação que lhe parece mais conveniente.

Uma boa dica é utilizar sempre comandos positivos, ou seja, ao invés de dizer “NÃO PULE” para uma criança diga “PARE” ou “FIQUE PARADO”, assim você terá uma chance muito maior de que o cérebro da criança compreenda seu pedido sem grandes conflitos e a criança possa te entender e obedecer.

Mesmo para as crianças maiores a partir dos 5 anos e já com o córtex pré-frontal um pouco mais desenvolvido é ideal que utilizemos comandos positivos, pois ainda é mais fácil para a criança compreende-los, então ao invés de dizer por exemplo “NÃO FAÇA BAGUNÇA” diga “DEIXE TUDO ARRUMADO”, perceba que estes comandos são mais complexos que os anteriores referentes ao pulo, por isso ideais para as crianças um pouco maiores.

Devemos respeitar a maturação cerebral de acordo com cada idade e faixa do desenvolvimento, e ainda assim estimular e ajudar os nossos filhos a se desenvolverem. Em casos de dificuldade ou que os pais não estejam sabendo a melhor forma de estimular os filhos a serem desenvolvidos e obedientes procure um psicólogo, estaremos aqui para lhe ajudar nessa jornada.  

Quem ama cuida.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Dia 02 de Abril é um dia muito especial para nós da área da psicologia, pois é o dia que foi instituído pelo Ministério dos Direitos Humanos como o DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO.

A ideia deste dia é fazer com que as pessoas busquem por mais informações e conhecimentos que desmitifiquem o autismo, mostrando para a sociedade que assim como existem diversos tipos de pessoas, também existem diversos tipos de autistas e que todos merecem respeito e oportunidades de convívio e desenvolvimento social.

Por este motivo, criamos esta matéria curtinha com algumas informações a cerca do assunto, vamos lá?

  • O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por TEA – “Transtornos de Espectro Autista”. O nome foi ampliado pois o autismo abrange uma gama bastante diversificada de sintomas e cada paciente é diferente sendo muito difícil enquadra-lo em um determinado “tipo” de autismo, assim foi criada uma nova forma de se olhar para este transtorno ampliando-o em um espectro mais abrangente.
  • Pessoas dentro do espectro costumam apresentar algumas características como: dificuldade social, fobias e agressividade, mas é importante lembrar que cada indivíduo é único e terá as suas características, afinal existem vários níveis diferentes de autismo e doenças que podem surgir associadas ao transtorno.
  • Uma característica bastante comum entre indivíduos dentro do espectro são as estereotipias (movimentos repetitivos como se bater, correr sem parar, movimentar a coluna para trás e para frente, entre outros). Porém este tipo de sintoma pode melhorar com a ajuda dos profissionais de saúde adequados, e a população em geral precisa aprender a lidar com situações onde o individuo apresente estereotipias sem deixa-lo desconfortável ou até mesmo ridiculariza-lo, como sabemos que INFELIZMENTE acaba acontecendo muitas vezes.
  • Ambientes muito carregados em estímulos podem perturbar os indivíduos dentro do espectro, excessos de luzes e sons principalmente.
  • Ao contrário do que muitos pensam individuo dentro do espectro querem se relacionar, apenas tem dificuldades, não compreendem como fazê-lo, o conhecimento pode promover as habilidades corretas para iniciar esta relação.
  • Por se desenvolver de forma diferenciado o autista tem grande necessidade de terapias e acompanhamentos que o estimulem e o auxiliem na aquisição de habilidades.

☑️ É necessário que a sociedade tome consciência e aprenda mais sobre este transtorno para que os autistas possam participar ativamente da vida em sociedade. 

CURIOSIDADE: Poucas pessoas sabem mas o simbolo do autismo é composto por peças de quebra-cabeças devido a imensa complexidade deste transtorno.

Nós da Carol Bertti – Psicologia Infantil zelamos por uma sociedade mais inclusiva e estamos sempre dispostos a divulgar informações e conhecimento a toda população.

Quem ama aceita e compreende! 

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Seja o exemplo na vida do seu filho

A neurociência explica que existem vários tipos de neurônios, um grupo deles em especial é chamado de “neurônios espelho”.

É por meio destas células que os bebês conseguem imitar o comportamento dos adultos, e a partir de então se desenvolver socialmente e aprender seus primeiros movimentos, expressões faciais e comportamentos. 

Por exemplo, o adulto não explica a um bebe que ele deve fazer movimentos com a língua que estimulem suas cordas vocais para assim emitir sons que demonstrem que ele quer ou precisa de algo, isto seria inútil pois o bebe aprende de acordo com a observação do modelo e não com a explicação. O bebe observa e imita. 

Logo podemos perceber que o aprendizado por imitação é algo instintivo e biológico, sendo então uma forma de adquirir comportamentos e conhecimentos completamente natural da espécie humana. 

Na educação das crianças é comum que os pais expliquem para a criança regras de conduta, valores e conceitos que eles mesmos não seguem. 

Na maioria das vezes os pais não percebem que não são praticantes daquilo que eles pregam, afinal estão tão automatizados a agir de determinada maneira que por desejarem o melhor para seus pequenos acabam por ensinar com o velho método de “faça o que eu digo, mas não o que eu faço” mas será que isso irá realmente funcionar?

Muito provavelmente não, pois as crianças são muito observadoras e tem em seus familiares os seus primeiros e mais concretos modelos, então por mais que você tente explicar elas continuarão a se comportar de acordo com o seu comportamento. 

A dica de hoje é que você seja realmente a mudança que você quer no seu filho. Quer que ele seja doce com as pessoas, o trate com doçura. Quer que ele seja respeitoso para com os demais, o trate com respeito e seja respeitoso com as outras pessoas. 

Lembre-se sempre de buscar a sua evolução pessoal, e assim você verá seu filho se tornar um grande homem ou uma grandiosa mulher. 

Quem ama cuida.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Como lidar com o ciúme entre irmãos?

Como lidar com o ciúme entre irmãos

Com a chegada de um irmãozinho é muito comum que as crianças se sintam bastante desestabilizadas e passem a apresentar comportamentos desagradáveis como birras, regressões, agressividade e até mesmo tristeza. 

O ponto é que muitos pais neste momento tendem a perceber a situação como ciúmes do irmão mais novo, rotulando aquela criança e colocando sobre ela um olhar de culpa diante daqueles comportamentos. 

Entretanto na maior parte dos casos o sentimento causador daquelas atitudes e reações não é ciúmes, mas sim insegurança

A criança teme que aquele pequeno ser, tão indefeso e cheio de necessidades faça com que seus pais ou familiares deixem de amar e cuidar dele para se dedicarem somente ao bebê. A criança sente que aquele bebe irá literalmente roubar o afeto e o cuidado de todos que estão ali. 

E é neste momento que a criança começa a “testar” o amor dos pais, claro que de forma inconsciente. Mas a criança passa a agir de maneiras que chamem a atenção dos pais para verificar se eles irão impor limites, dar atenção e conceder cuidados a ela. 

A criança quer apenas se sentir amada e protegida. 

Em casos onde os pais não administram de forma funcional esta situação a criança pode acabar gerando um ressentimento para com o irmão, como se ele fosse o culpado por ela não estar mais sendo acolhida pelos pais. 

Por isso é muito importante que os pais mantenham uma rotina de atividades com este primeiro filho, pequenas tarefas como almoçar juntos, brincar por alguns minutos e até mesmo envolver a criança nos cuidados do irmão pode ser de grande ajuda neste momento. 

Ainda assim os pais devem conversar com este filho, dizer-lhe o quanto ele é amado e o quanto ele é especial e importante na vida desta família. 

Também é importante evitar comparações e frases que façam a criança sentir que o irmão tem um tratamento diferenciado como por exemplo “Ah mas o bebe faz isso porque ele é pequeno, você já é grande”. A criança precisa entender que as regras serão as mesmas para os dois, então a frase acima poderia ser trocada por “Filho não se deve agir desta maneira, tá vendo bebê quando você também tiver 3 anos você também não poderá agir assim”, mesmo que o bebê não esteja entendendo o que está acontecendo naquele momento a criança mais velha conseguirá compreender que não existirão privilégios ao bebê, mas sim uma diferenciação de acordo com as capacidades e o desenvolvimento. 

O grande intuito desta matéria é que a família possa adquirir atitudes que tornem seus filhos parceiros e companheiros um do outro. Criando uma relação de cuidado e amor. 

Uma dica extra para as mães que ainda estão grávidas é fazer o seguinte exercício: vá com seu filho mais velho a um shopping ou em alguma loja, e ao chegar lá escolha um brinquedo ou uma pelúcia (pode ser algo simples e barato) e diga ao seu filho “Nossa filho, eu estou sentindo dentro de mim uma vontade tão forte de lhe dar este presente, sinto que é o seu irmãozinho que está aqui dentro que quer lhe dar isso”, e compre o presentinho para a criança.

Esta atividade atuará de forma simbólica, mostrando para o seu filho que aquele bebê será um presente na vida dele, que eles terão carinho e companheirismo um pelo outro. E assim quando o bebê chegar você já terá cultivado um ambiente facilitador para o desenvolvimento da relação entre os irmãos. 

Caso seu filho esteja apresentando maiores dificuldades em lidar com situações parecidas com esta procure um profissional da área da psicologia, seu filho poderá se desenvolver com muito mais alegria e felicidade após curar estes sentimentos. 

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Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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10 Dicas para tornar seu filho uma criança ainda mais feliz

  • DICA 01

Evite ressaltar, em especial com frequência os pontos negativos do seu filho, tudo aquilo que ela ainda não é, não sabe ou não faz conforme você gostaria.

Procure valorizar aquilo que ela é, tem e sabe. Para que ela não se sinta frustrado e incapaz é necessário criar um ambiente emocional fértil, que proporcione a ela um desenvolvimento sadio e equilibrado.

  • DICA 02

Pais presentes geram filhos mais confiantes. 

Estar presente física e emocionalmente na vida dos filhos contribui diretamente para que eles se sintam mais confiantes e abertos a relações afetivas construtivas.

Não basta apenas dar-lhes conforto físico, nem terceirizar para avós, tias, ou babás, todos os cuidados. Ter alguém para auxiliar é bom, mas há coisas que só os pais podem dar.

Pequenas tarefas feitas em conjunto podem se mostrar extremamente divertidas para ambos os lados, e com certeza você verá que este compartilhamento lhe fará muito bem.

  • DICA 03

Evite comparar seu filho a outras crianças, isso tende a causar ansiedade, frustração e baixa estima.

Cada indivíduo tem seu jeito de ser, alguns são melhores em algumas tarefas já outros se destacam em áreas completamente diferentes, devemos respeitar a personalidade cada criança e estimular suas habilidades para que ela se sinta segura e possa então se desenvolver de forma saudável.

  • DICA 04

Toda criança PRECISA de limites. 

É fundamental para o desenvolvimento da criança que ela saiba até onde pode ir, ao aprender a lidar com pequenos limites em casa, a criança terá mais facilidade em aprender valores e prosperar na vida.

Você pode começar estabelecendo limites bem simples como respeito para com os demais e regras que estabeleçam formas de a criança cuidar dos seus  brinquedos. Assim ela irá compreender que existe uma hierarquia a ser respeitada, e que com cooperação tudo flui melhor.

Crianças que não possuem uma noção clara de limites tem grandes chances de se tornarem adultos despreparados que não sabem lidar com as dificuldades da vida.

  • DICA 

Brinque com seu filho. 

É no brincar que a criança expressa seu infinito mundo interior, e é por meio dele também que ela aprende, se diverte e internaliza muitas características da vida em sociedade.

Faça parte deste momento, sempre que possível procure estar envolvido nas brincadeiras do seu filho, isso fará muito bem a ele e lhe proporcionará a oportunidade de estimular na criança comportamentos e valores que você julgue importantes.

  • DICA 06

Acredite no seu potencial como mãe / pai. 

Não existe fórmula mágica, nem receita de bolo que dê conta de toda a complexidade do desenvolvimento humano. Cada família é única e terá suas particularidades e dificuldades, por isso é essencial que você confie em seus instintos e não exija demais de si mesmo, todos cometemos erros, e acredite: não existe mãe ou pai perfeito.

Ainda assim, agindo com amor e buscando fazer sempre o melhor para o seu filho você irá alcançar resultados incríveis.

  • DICA 07

Ensine seu filho a dividir.

O altruísmo é uma qualidade essencial para um bom convívio social, crianças egoístas costumam ter dificuldades para fazer e manter amigos.

Mostre ao seu filho o quanto o compartilhamento pode torná-lo um ser mais feliz. 

Vale ressaltar que a criança aprende muito observando os pais, atitudes egoístas ou que contemplem grande nível de ciúmes vão introduzindo na criança este sentimento de posse.

Seja o exemplo na vida da sua criança.

  • DICA 08

O seu filho não é você. 

Cada dor é única, não projete no seu filho seus erros e acertos durante a sua vida, nem tente poupa-lo de dores que você já tenha vivido, isto tende a dificultar o processo de formação da individualidade.

Cabe aos pais orientar, auxiliar e educar os filhos, mas eles terão que enfrentar suas próprias dificuldades e conquistar suas próprias vitórias, é isso os fará amadurecer e os tornará ainda mais felizes.

  • DICA 09

Regras e rotinas ajudam a criança a crescer com mais organização e preparam a criança para situações futuras.

Mas lembre-se: você deve criar as regras e também as seguir, dessa forma você irá ensinar a criança a honrar o que foi combinado.

É importante, por exemplo, que a criança saiba quem irá buscá-la na escola, quem cuidará dela na ausência dos pais, o momento certo de fazer sua lição de casa e assim por diante. Desta forma a criança se sente mais segura e consegue se desenvolver melhor.

  • DICA 10

Sempre que necessário busque ajuda de um profissional, a criança da alguns sinais quando algo não vai bem, devemos ficar atentos. Alguns destes sinais são:

♦  Mudanças bruscas e/ou repentinas no comportamento;

♦  Regressões comportamentais, como por exemplo voltar a urinar na cama depois de já ter aprendido a controlar a urina;

♦  Dificuldades escolares;

♦  Agressividade acentuada;

♦  Timidez excessiva;

♦  Alterações irregulares de peso;

Entre outras, mas sempre haverá um profissional apto a te ajudar.

Quem ama cuida.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 WhatsApp (11) 98206-8024 E-mail: contato@carolpsicologia.com.br

“Cada criança tem seu tempo” Será?

Este é um assunto que merece MUITA ATENÇÃO! 

 Sabemos que um dos principais sinais de que uma criança possui alguma deficiência cognitiva ou intelectual, é o ATRASO COM RELAÇÃO ÀS DEMAIS CRIANÇAS DA MESMA IDADE,  muitas vezes este atraso só é percebido no momento em que a criança começa a ir para a escola justamente por não conseguir acompanhar as atividades dos demais colegas.

Mas será que a criança já não teria dado alguns sinais de que algo não ia bem?

Muitas mães demoram a perceber que seu filho possui algum atraso devido a dificuldade em admitir este fato. Mas a verdade é que não podemos considerar que cada criança tem seu tempo e imaginar que de uma hora para outra a criança disparará a fazer uma tarefa que ela não desenvolveu. 

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 Um exemplo disso pode ser o início da fala, em torno de 6 meses o bebe já deve balbuciar e duplicar algumas sílabas, como “ma” “mama” mesmo que este balbucio ainda não tenha uma função especifica. 

 Já entre 12 e 18 meses estas sílabas devem possuir uma função, como olhar para o pai e dizer “papa” e para a mãe e dizer “mama”. E assim por diante, até que por volta de 2 anos é esperado que a criança já tenha um vocabulário de pelo menos 200 palavras funcionais. 

Perceba que cada etapa se faz necessária para que a próxima se desenvolva, uma criança que não balbucia e não junta sílabas não se desenvolve fisicamente para poder falar palavras completas.

Afinal o desenvolvimento é um processo de construção, onde a criança não conseguirá falar “papa” sem antes dizer “pá” e não conseguirá emitir uma palavra, sem antes ter aprendido a duplicar as sílabas… E assim por diante.

A questão é que devemos sempre estar atentos as crianças da mesma idade dos nossos filhos, tanto com relação a fala quanto com relação a diversos outros fatores como psicomotricidade, senso de direção, desenvolvimento escolar e social , e verificar se o desenvolvimento das crianças está seguindo o padrão de acordo com a determinada faixa etária.  

Caso seu filho apresente algum atraso não hesite em procurar ajuda, pois quanto antes a criança for estimulada melhor ela poderá se desenvolver.  

Para mais informações entre em contato.

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Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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