Saúde Mental em Tempos de Isolamento Social

Com a finalidade de auxiliar à todos neste momento de pandemia escrevi um e-book sobre SAÚDE MENTAL EM TEMPOS DE ISOLAMENTO SOCIAL, nele dou dicas e informações importantes para este período difícil que estamos vivendo.

Baixe GRÁTIS!

Espero que gostem!

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
WhatsApp (11) 98852-8451.
E-mail: contato@carolpsicologia.com.br

O posicionamento das escolas em tempos de coronavírus

Precisamos falar sobre o posicionamento das escolas em tempos de coronavírus, é importante que a gente se adapte as necessidades deste momento, incentivando e ajudando as crianças a se desenvolverem.

Porém tenho percebido uma exaustão e um desanimo, em uma parte significativa das crianças que tenho contato, sejam pacientes ou conhecidos, e isso se deve a quantidade exacerbada de atividades que as escolas tem exigido, por isso devemos tomar alguns cuidados.

Fiz este vídeo para auxiliá-los neste momento. Espero que vocês gostem e que eu consiga ajuda-los de alguma forma. Um beijo.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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E-BOOK GRÁTIS – Como lidar com o ciúme entre irmãos?

Como lidar com o ciúme entre irmãos

Com a chegada de um irmãozinho é muito comum que as crianças se sintam bastante desestabilizadas e passem a apresentar comportamentos desagradáveis como birras, regressões, agressividade e até mesmo tristeza.

É importante que os pais estejam atentos para auxiliar seu filho ou filha a lidar com esta nova situação.

Por este motivo escrevi um e-book com várias dicas e informações para este momento, baixe GRÁTIS!

Espero que gostem!

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Setembro Amarelo – Juntos Somos Mais Fortes

?Segundo o Ministério da Saúde o Brasil tem uma tentativa de suicídio a cada 46 minutos e quase 50% dos casos são de jovens com idade entre 10 e 19 anos.

?Os números são alarmantes e precisamos nos unir por aqueles que estão em sofrimento.

?Depressão é algo sério, um problema real! É importante que estejamos dispostos a ajudar a quem precisa e também a procurar ajuda quando necessário. Lembrando sempre que ninguém está sozinho e que sempre há alguém que pode ajudar.

?Juntos somos mais fortes. 

Quem ama se une. ?

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Crianças Ansiosas – Como ajudá-las?

Você já percebeu que na sociedade atual todo mundo é ansioso? A gente vive agitado esperando por coisas de um futuro incerto que parece que nunca chega. Imagine agora o reflexo disto nas nossas crianças, elas sofrem muito com toda essa pressão.

Neste vídeo eu dou 3 dicas para ajudá-los a lidar com a ansiedade das nossas crianças e sugiro uma atividade que possibilite ao adulto um contato mais próximo com esse sentimento da criança para que o mesmo possa ser trabalhado.

Espero que vocês gostem e que eu consiga ajuda-los de alguma forma. Um beijo.

Quem ama cuida.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Habilidades Cognitivas Esperadas – BEBÊS DE 04 MESES

É muito importante perceber se nossas crianças estão se desenvolvendo de acordo com o esperado para cada idade, afinal caso haja algum atraso ou alteração a criança precisa ser estimulada o quanto antes.

Neste vídeo você irá encontrar as habilidades e características esperadas para um bebê de 04 meses.

Espero que vocês gostem e que eu consiga ajuda-los de alguma forma.

Quem ama cuida.

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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Birras, qual a melhor forma de agir?

As birras são em geral ações que as crianças fazem com a intenção de conseguir algo dos pais, seja um objeto, uma desistência de uma ordem, ou até mesmo um pouco de atenção.

Quando a criança começa a gritar, espernear, chorar ou até mesmo ficar agressiva, a maioria dos pais tem o hábito de parar tudo que está fazendo para dar uma bronca na criança, e em alguns casos até bater na criança.

Entretanto, ao fazer isso os pais estão proporcionando a criança exatamente a atenção que ela estava buscando. Neste momento você pode se perguntar “Mas batendo na criança ou gritando com ela, como eu estaria dando o que ela quer? Eu estaria a punindo”.

A verdade é que mesmo que você dê a criança algo que lhe pareça desagradável, você estará mostrando a ela que ao agir daquela determinada maneira ela conseguiu te desestabilizar, ela tomou o controle da situação e fez com que você focasse toda a sua atenção nela.

E quando a criança INCONSCIENTEMENTE percebe que ela pode ter o controle das situações por meio da birra, ela passa a utilizá-la como forma de manipular os pais, a família ou qualquer outro ambiente no qual ela esteja inserida.

É muito comum ouvirmos alguém dizer que determinada criança faz muitas birras, mas que quando os pais não estão presentes a criança age de maneira totalmente diferente, por exemplo. Isso porque a criança de alguma forma percebeu que em outros ambientes a birra não tem o mesmo efeito, ou até mesmo porque os pais fazem com que de alguma forma aquela criança se sinta fragilizada e precise utilizar a birra como um mecanismo de defesa.

Pais muito ausentes, ou que mesmo quando estão presentes não focam sua atenção nos filhos, situações familiares que fazem com que a criança se sinta muito enciumada ou insegura, separações e diversas outras situações que abalam o mundo interno da criança e fazem com que ela sinta que precisa utilizar as birras para manter tudo sobre controle, para provar para si mesma que é amada.

Então quando alguém diz que a criança faz birra porque quer chamar a atenção dos pais, a pessoa até pode estar certa, mas precisamos analisar e olhar com muito cuidado para esta criança e todo o sofrimento ali envolvido para que ela aceite levar broncas, gritos e até apanhar, e ainda assim acreditar que aquela é a melhor forma de agir.

Imagine o quão grande deve ser a dor interna desta criança, para que a dor externa pareça nem importar. Pois na grande maioria dos casos, todas estas ações autoritárias dos pais não resolvem o problema, as crianças continuam a agir da mesma forma e cada vez pior.

Então antes de expor formas de agir que possam auxiliar os pais nos momentos de birra, é muito importante ressaltar que não é só o comportamento da criança que deve ser modificado, mas sim o sentimento. E para isso o ideal é que você busque ajuda de um psicólogo infantil, não deixe a dor e o sofrimento dominarem o agir do seu filho.

Isto posto, podemos voltar para a questão central deste texto: Como agir nos momentos de birra? Afinal estamos falando de um momento onde a criança muitas vezes está fazendo um verdadeiro “show” e seus pais podem estar em locais públicos, sentindo-se envergonhados e pressionados a resolver aquela situação.

O melhor que os pais podem fazer é manter a calma, evitar o contato visual ou qualquer tipo de atenção para a criança no momento da birra, solicitar que ela pare apenas uma ou duas vezes em tom sério e firme, e ignorá-la. Se a criança precisar ser parada fisicamente para que ela não se machuque ou não machuque alguém, faça isso ainda evitando o contato visual, e sem falar com a criança, sem se irritar e deixar com que a criança perceba a sua fragilidade, você deve, enfim, assumir o controle.

Será muito difícil, especialmente nas primeiras vezes, pois quando a criança perceber que não está no controle, que a birra dela não está mais funcionando, ela irá fazer muito mais birra, para que ela tente alcançar o resultado que ela deseja, o resultado que ela sempre obteve. Por isso é muito importante se manter calmo e firme, assim, após algumas tentativas de manipulação sem sucesso, a criança irá perceber que aquela não é uma forma funcional de conseguir a atenção dos pais, e que não é ela quem tem o controle das situações.

Em meio a este processo também é importante que os pais ressaltem e recompensem a crianças por seus comportamentos positivos. Ao ser obediente, tranquila ou apresentar qualquer outro comportamento positivo, os pais devem reforçar muito esta ação da criança. Elogiar, dar carinhos, atenção, brincar junto com a criança e dizer a ela que eles estão ali pois estão muito felizes com aquela ação dela, para mostrar a ela que existe uma forma muito mais funcional e prazerosa de se sentir amada pelos pais e ganhar atenção.

Afinal, a criança precisa se sentir amada e cuidada, e nós não podemos deixar que ela sinta que precisa gritar, chorar ou agredir para isso.

Quando a situação estiver muito difícil de controlar, busque ajuda. Você não precisa suportar toda a dor e dificuldade sozinho.

Quem ama cuida. 

Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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A vantagem e o sofrimento dos nativos digitais

No mundo atual tudo tem se desenvolvido e atualizado de forma exorbitantemente rápida. É comum vermos crianças bem pequenas, de 4 ou 5 anos, ensinando os pais a utilizarem equipamentos eletrônicos, ou até mesmo conceitos como “armazenamento na nuvem” e “criptografia nas redes sociais ”, por exemplo. 

Um fato relevante para qualquer discussão neste sentido é que entre a descoberta do fogo, a criação da roda, o desenvolvimento da escrita e a primeira revolução industrial passaram-se MILHARES de anos. O mundo tecnológico evoluiu de uma forma extremamente importante, porém essa evolução ocorreu aos poucos, geração após geração. 

Já a partir dos anos 90 esta evolução acelerou-se em velocidade extrema, o mundo iniciou sua jornada no sentido de se tornar quase que totalmente digital. Tudo rápido, conectado, digital, abstrato. 

O mundo mudou em todos os sentidos, a forma de comprar, a forma de aprender, a forma de pesquisar, tudo mudou. Tornando-se cada vez mais acelerado. 

Os nascidos antes de 1990 em sua maioria, tendo que correr atrás de se adaptar a toda essa tecnologia e crianças nascendo no meio de todo esse movimento. 

Crianças estas que já nasceram conectadas, ligadas às telas. Estas são as crianças do futuro! 

Se nós nos perguntarmos quem será capaz de criar carros voadores e 100% autônomos, escolas do futuro com aprendizado gameficado* e totalmente interativo, ou robôs medicamentosos que salvam vidas com taxa de erro baixíssima ou nula, podemos dizer que são estas crianças que já nasceram inseridas em uma nova programação mental, cheia de algoritmos e totalmente abstrata. 

Estas crianças já nasceram sendo programadas a pensar de forma diferente, aprender de maneira rápida, com muito estímulo visual e auditivo, desafios e recompensas quase que instantâneas. 

Mas será que essa revolução é totalmente positiva para as nossas crianças? 

Toda esta rapidez envolvida tanto nos processos quanto na recompensa, tem tornado toda a sociedade cada vez mais agitada, mais ansiosa.

As crianças da geração ALPHA, nativos digitais não suportam o tédio, querem estímulo o tempo todo, tem grande dificuldade em aceitar falhas pois vivem em um ambiente totalmente exigente que não aceita erros e seleciona os melhores entre os melhores. 

Estar em primeiro no ranking do jogo online com participantes do mundo todo, ou ter o perfil mundialmente mais curtido passaram a ser preocupações dos indivíduos na sociedade atual. E com isso a sensação de nunca ser bom o suficiente, com isso a busca eterna e perturbadora por mais, sem ao menos saber o que é esse “mais”. 

Na infância, ansiedade, depressão e até suicídio passaram a ser temas de preocupação para os pais e para os profissionais. Uma realidade dolorosa e que tem sido ocultada em meio a tanto desenvolvimento tecnológico e industrial. 

O desenvolvimento tecnológico é maravilhoso, engrandecedor e necessário, não sendo ele o grande problema da humanidade. O problema é só se desenvolver tecnologicamente, nossas emoções não atuam com algoritmos, elas atuam com olhares, abraços, e entre milhares de fatores com o cuidado. 

Precisamos cuidar e desenvolver os aspectos emocionais das nossas crianças, desde o reconhecimento de cada emoção e sentimento, até todas as possibilidades de ascensão que elas podem alcançar. 

Precisamos entender que nós não somos máquinas, e que nosso principal combustível é o amor e o cuidado, que tabletes não são chupetas que enfiamos nas bocas das crianças para que elas parem de chorar. Precisamos ser cada vez mais humanos, para que, de maneira saudável, possamos ser cada vez mais tecnológicos. 

Criar os filhos nesta era é um desafio, uma missão que precisa de muito amor, cuidado, paciência e sabedoria. Mas você não precisa estar sozinho nesta missão, quando perceber dificuldades ou se sentir impotente com relação a tudo de ruim que o mundo oferece, busque ajuda! Sempre haverá um profissional apto a lhe auxiliar. 

*gameficado: baseado em games/jogos. 

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Como lidar com as mentiras?

Um ponto crucial para iniciarmos uma discussão a cerca das mentiras da criança é esclarecer o motivo de a criança  contar mentiras. 

Alguns pais me procuram no consultório extremamente preocupados pois seus filhos mentem contando histórias super elaboradas e se mantém firmes em suas mentiras mesmo quando pressionados pelos pais. 

Os pais então se preocupam se seu filho se torne um adulto mentiroso e dissimulado. 

Isso porque nós tendemos a olhar para a mentira da criança da mesma forma como nós conhecemos as mentiras dos adultos: ações feitas com maldade na intenção de obter benefícios para si próprio. 

Mas no caso das crianças não é bem assim, a criança muitas vezes se vê em um conflito entre o que ela quer ou o que ela fez e o que ela pensa que o adulto quer, neste momento então ela cria histórias fantasiosas na intenção de obter o que ela quer sem desagradar o adulto. 

Na maioria dos casos, esse é o grande ponto da mentira da criança, precisamos analisar que ela não o faz por maldade ou por falta de caráter, mas sim por insegurança, sempre com a intenção de agradar o adulto e ser aceita. 

Um exemplo disso é quando a criança chega da escola e os pais perguntam se ela se alimentou e comeu todo o lanche e ela diz que sim, mas ao olhar a lancheira os pais veem que o lanche está lá e intacto. A intenção da criança não era de enganar os pais para não comer, mas sim de não decepcionar os pais que gostariam que ela comesse. 

Ainda assim, as mentiras continuam sendo mentiras e por isso a criança deve ser ensinada a não ter mais essas atitudes, num processo brando e amoroso.

Em situações como essa do lanche por exemplo os pais podem falar para o filho que sabem que a criança quer que eles fiquem felizes e por isso ela disse que comeu o lanche, mas que isso não é legal, que os pais perguntam pois se preocupam e precisam saber realmente o que aconteceu. Fazendo com que aquele momento não se torne um martírio para a criança e nem um castigo para que ela se sinta culpada mas sim um momento de ensinamento.

É muito complexo para a criança ainda em desenvolvimento compreender seus sentimentos, ainda mais com tantos conflitos sociais que a criança passa a vivenciar, mas cabe aos pais ensina-lá e mostrar a ela o que ela está sentindo e como se comportar. O carinho e a compreensão são o caminho para o sucesso nesta tarefa. 

A criança está formando sua personalidade e os pais devem estar atentos, em casos mais graves onde as mentiras se tornem rotineiras ou atrapalhem a sociabilização da criança, busque a ajuda de um psicólogo infantil, estaremos sempre dispostos a lhes ajudar.

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Autor: Carolina Teixeira Bertti – Psicóloga Infantil – CRP 06/149000 
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